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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Milão, capital da moda e do panini


Quando se fala em massa, a gastronomia italiana logo nos vem à cabeça. E não é por menos. De lá chegam receitas que levam nossas papilas gustativas ao delírio! Do norte ao sul do país, o que não faltam são pratos originais e deliciosos.

Vamos então abrir o livro de receitas da cozinha italiana e revelar a história do sanduíche típico de suas terras: o panini. Prepare o seu apetite para conhecer um pouco da iguaria que saiu do norte da Velha Bota para conquistar o mundo.

Marcada pelo glamour dos grandes desfiles, Milão é a capital da moda. Lá nasceram marcas como Versace, Prada e Dolce & Gabbana. Mas a gastronomia milanesa não fica para trás e presenteou o mundo com o panini.

Foi num livro escrito no século XVI que ele apareceu pela primeira vez. Envolto em mistério, o criador do panini é desconhecido, mas tem muito bom gosto! A receita se tornou febre nos Estados Unidos na década de 1950, e nos bares milaneses nas décadas de 1970 e de 1980. Somente a partir daí conquistou o mundo.

Aqui, no cardápio do Mr. Lenha, o panini tem grande destaque. O versátil sanduíche aparece em quatro sabores. Vale experimentar o panini de queijo brie, mozarela, blanquet de peru e tomate cubinho acompanhado de salada caprese. Boa pedida também é o panini de Parma com mozarela de búfala, manjericão e tomate acompanhado de salada caesar. Os outros dois? Bem, para não perder a graça, venha ao Mr. Lenha que lhe apresentaremos. 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

O tom vermelho do carpaccio


O Mr. Lenha embarca numa história que envolve pintura e gastronomia numa mescla de beleza e sabor. A genialidade humana se encontra nas telas e nos pratos. Prepare-se para seduzir os olhos e encantar o paladar.

Na apaixonante província de Veneza, na Itália, entre os séculos XV e XVI, surgia um pintor renascentista, que transportava para as telas sua devoção religiosa. Vittore Carpaccio ficou conhecido por pintar um ciclo de obras chamado “Lenda de Santa Úrsula”, que contava, em nove painéis, a história da santa católica.

Mas o pintor não obteve reconhecimento de seus contemporâneos. Somente no período do Romantismo que os significados espirituais, oníricos e líricos de suas obras foram exaltados. Vittore Carpaccio deixava de lado o delineamento perfeito. Ele pintava em tons avermelhados de luminosidade quente e dourada.

E não é que o seu vermelho pitoresco lhe rendeu uma homenagem gastronômica por volta de 1950. Uma receita à base de carne crua, daquelas bem avermelhadas, cortada em finas tiras foi batizada como carpaccio. E o nome do pintor veneziano, já eternizando nas galerias e museus, será lembrado, para sempre também, em cardápios e receitas.


O carpaccio, aqui do Mr. Lenha, é preparado com finíssimas lâminas de carne vermelha rabiscada com azeite, com lascas de parmesão e alcaparras. Para acompanhar, um artesanal e crocante corniccione, pão tipicamente italiano.

Que tal saborear o nosso carpaccio em homenagem ao grande pintor?